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terça-feira, 6 de dezembro de 2011

UMA HISTÓRIA SEMPRE ATUAL

Praticamente em vésperas de mais uma prova de 10km 54ªvolta a Paranhos e ainda com algum cansaço nas pernas devido à maratona, tenho tentado durante os treinos semanais não forçar muito, mas mesmo assim sinto que a recuperação está algo lenta, talvez provocado pela situação profissional que neste momento estou a passar.
Neste momento faço parte de uma vasta equipa de Portugueses que como eu se encontram em LAY OFF e como tal o factor psicológico nesta altura não é o melhor.
Contudo à histórias que estão sempre actuais e esta que vos deixo aqui é o exemplo prático de uma realidade do que se passa na firma onde trabalho.
Este história foi retirada de um mail que recebi à uns dias atrás e que se enquadra perfeitamente no que estou a passar neste momento.


Todos os dias, uma formiga chegava cedinho ao escritório
e pegava a sério no trabalho
A formiga era produtiva e feliz.
O gerente besouro estranhou a formiga trabalhar sem supervisão.
Se ela era produtiva sem supervisão, seria ainda mais se fosse super visionada.
E colocou uma barata, que preparava belíssimos relatórios e tinha muita experiência, como supervisora.
A primeira preocupação da barata foi a de padronizar o horário de entrada e saída da formiga.
Pouco depois, a barata precisou de uma secretária para ajudar a preparar os relatórios e contratou também
uma aranha para organizar os arquivos e controlar as ligações telefónicas.
O besouro ficou encantado com os relatórios da barata e pediu também gráficos com indicadores e análise das tendências que eram mostradas em reuniões.
A barata, então, contratou uma mosca,
e comprou um computador com impressora colorida. Logo, a formiga produtiva e feliz, começou a lamentar-se de toda aquela
movimentação de papéis e reuniões!
O besouro concluiu que era o momento de criar a função de gestor para a área onde a formiga produtiva e feliz, trabalhava.
O cargo foi dado a uma cigarra, que mandou colocar uma carpete no seu escritório e comprar uma cadeira especial..
A nova gestora cigarra logo precisou de um computador e de
uma assistente, a pulga (sua assistente na empresa anterior)
para ajudá-la a preparar um plano estratégico de melhorias e o controlo do orçamento para a área onde trabalhava a formiga, que já não cantarolava e cada vez ia ficando mais aborrecida
A cigarra, então, convenceu o gerente besouro, que era preciso fazer um estudo do clima.
Mas, o besouro, ao rever as contas, deu-se conta de que a unidade na qual a formiga trabalhava já não rendia
como antes e contratou a coruja, uma prestigiada consultora, muito famosa, para que fizesse um diagnóstico da situação. A coruja permaneceu três meses nos escritórios e emitiu um volumoso relatório, com vários volumes, que concluía: Há muita gente nesta empresa!!
E adivinhe quem o besouro mandou demitir?
A formiga, claro, porque andava muito desmotivada e aborrecida.
Já viu este filme antes?

4 comentários:

  1. outra versão da história que eu não sei contar, mas o fim é o mesmo, e que se resume numa frase que me é lembrada, porque é vivida, todos os dias:

    "Quem se lixa é sempre o mexilhão"...

    que venham melhores dias

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  2. E boa "Volta a Paranhos"!!! Estive aí no ano passado, e adorei, mas este ano não dá, e a motivação também anda por baixo, vá-se lá saber porquê...

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  3. Eu até alterava o título para "Uma história cada vez mais actual".

    Queixam-se que os trabalhadores portugueses são pouco produtivos mas lá fora somos muito bons.
    O que se passa é que os nossos empresários e governantes ainda não descobriram que produz-se mais e melhor quando se está motivado e feliz.
    E tudo fazem para andarmos exactamente ao contrário...

    Um abraço

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  4. Toda a minha solidariedade para com o amigo!
    Eu estou há três anos no desemprego. Com “prenda” de Natal vou ter o fim do subsidio desemprego que acaba, ironicamente, no dia 24 deste mês.
    A vida e o futuro não estão fáceis, vai-me valendo a resistência de corredor de fundo para sobreviver.
    Com diz a Ana Pereira “quem se lixa é o mexilhão” e eu acrescentarei nesta crise criada por aqueles que nunca têm crises!
    Um abraço.

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